Maratona de cartas

Participação na iniciativa "Maratona de cartas" proposta pela Amnistia Internacional. >>>>>

 

O que é?

Todos os anos, durante o último trimestre, a Maratona de Cartas mobiliza mais de cinco milhões de pessoas em todo o mundo para que assinem cartas em prol do fim das violações de direitos humanos.


É o maior evento de ativismo da Amnistia Internacional e decorre todos os anos durante o último trimestre.

Com a Maratona sensibilizamos para um conjunto de casos selecionados, o que poderá resultar numa melhoria das condições de vida para os defensores de direitos humanos. A Maratona de 2017  voltou a bater recordes de participação nacional e internacional: graças a si conseguimos enviar 308 750 assinaturas de Portugal! Todas estas assinaturas foram enviadas, tendo-se  contabilizado mais de 5 milhões de apelos, oriundos de cerca de 70 países diferentes.

Todos os anos, durante o último trimestre, a Maratona de Cartas mobiliza mais de cinco milhões de pessoas em todo o mundo para que assinem cartas em prol do fim das violações de direitos humanos.
 
 
É o maior evento de ativismo da Amnistia Internacional e decorre todos os anos durante o último trimestre.
 
Com a Maratona sensibilizamos para um conjunto de casos selecionados, o que poderá resultar numa melhoria das condições de vida para os defensores de direitos humanos. A Maratona de 2017  voltou a bater recordes de participação nacional e internacional: graças a si conseguimos enviar 308 750 assinaturas de Portugal! Todas estas assinaturas foram enviadas, tendo-se  contabilizado mais de 5 milhões de apelos, oriundos de cerca de 70 países diferentes.
 

Assinar porquê?

 

As fotos

 

As causas selecionadas em 2018

ATENA DAEMI


Em causa:
Abolição da pena de morte; liberdade de expressão; liberdade de reunião; tortura; julgamento injusto

 

PRESA POR SE MANIFESTAR CONTRA A PENA DE MORTE.

Tal como tantas outras pessoas, Atena Daemi sonha com o fim da pena de morte no Irão: fez publicações no Facebook e no Twitter a criticar o recorde de execuções do país, distribuiu panfletos e participou num protesto pacífico contra a execução de uma jovem mulher, entre outras ações. Ações simples, mas que, no Irão, requerem muita coragem.

Inacreditavelmente estas atividades foram referidas como “provas” de atividade criminal e foi condenada a sete anos de prisão. O seu julgamento foi vergonhoso, já que demorou somente 15 minutos e foi condenada no âmbito de acusações falsas, incluindo “reunião e conspiração para crimes contra a segurança nacional”.

 






 
 

MARIELLE FRANCO

 

Em causa:
Discriminação; execuções ilegais; jovens negros; direitos das mulheres; direitos LGBTI; violência policial

 

ASSASSINADA POR DEFENDER OS DIREITOS HUMANOS 

Marielle Franco lutou destemidamente por um Rio de Janeiro mais justo e seguro. Era uma conhecida vereadora municipal que cresceu nas favelas da cidade e que sempre defendeu os direitos de mulheres negras, pessoas LGBTI, jovens e condenava as execuções ilegais cometidas pela polícia. Segundo a sua parceira, Mônica Benício,“Marielle personificava os direitos que defendia”.

Mas a 14 de março de 2018, Marielle foi morta a tiro no seu carro, em conjunto com o seu motorista, Anderson Pedro Gomes. As provas indicam que o assassinato foi perpetrado por profissionais treinados, e os peritos afirmam que as balas pertenciam à Polícia Federal do Brasil.

O Brasil é um dos países mais mortais para defensores de direitos humanos como Marielle, com pelo menos 70 mortes em 2017. Por demasiadas vezes as mortes não são investigadas e os responsáveis continuam em liberdade.

 
Queremos justiça por Marielle Franco!






 
 

NONHLE MBUTHUMA

 

Em causa:

Desalojamentos forçados; direitos ambientais; responsabiblização empresarial; direito à terra

 

PERSEGUIDA POR DEFENDER A SUA TERRA ANCESTRAL

Nonhle Mbuthuma não vai parar. É ela que lidera a luta da sua comunidade contra uma empresa mineira que quer explorar titânio na sua terra ancestral e de uso comunitário. Tem sido alvo de perseguição devido às suas ações em defesa dos seus direitos e sobreviveu a uma tentativa de assassinato.

Alguém a quer muito silenciar, mas ela não vai desistir:

“Quando me tiras a minha terra, tiras-me a minha identidade. (…) Esta terra era da minha avó, que a herdou dos seus avós. O que é que vou deixar para os meus filhos? A exploração mineira não é uma opção.”







 
 

GERALDINE CHÁCON

Em causa:

Educação para os direitos humanos, liberdade de expressão, tortura, juventude

 

 

 

PERSEGUIDA POR CAPACITAR JOVENS A DEFENDEREM OS SEUS DIREITOS

Geraldine Chacón sempre quis defender outras pessoas. É por isso que ajuda a capacitar jovens a defenderem os seus direitos na sua cidade, Caracas. No entanto, foi reprimida pelas autoridades apenas por tentar fazer do seu país um lugar melhor para se viver. Prenderam-na durante quatro meses e impediram-na de sair do país. O seu processo não foi fechado para que possa ser presa de novo, a qualquer momento, sem qualquer aviso.

 

O caso de Geraldine deve ser encerrado para poder gozar de liberdade incondicional e continuar a agir em defesa dos direitos humanos.







 
SABER MAIS

VITALINA KOVAL

 

Em causa:

Direitos sexuais e reprodutivos; direitos das mulheres; liberdade de

 

ATACADA VIOLENTAMENTE POR DEFENDER OS DIREITOS LGBTI.

Vitalina Koval sempre quis marcar a diferença pela positiva e usa a sua energia contagiante para apoiar pessoas LGBTI na sua cidade natal, Uzhgorod, na Ucrânia. Mas tanto ela como outros ativistas têm sido violentamente atacados por grupos de extrema direita, apenas por se manifestarem contra o discurso de ódio.

Vitalina e outros defensores de direitos humanos não vão ceder ao medo e ao ódio. Estamso do lado deles.

É urgente proteger Vitalina e todos os defensores de direitos LGBTI e direitos das mulheres na Ucrânia!